Saúde animal de estimação

Doença ulcerativa de Koi

Doença ulcerativa de Koi

Karp ornamental, ou koi, estão entre os peixes mais populares no tanque. Eles trazem grande prazer, mas os proprietários devem ter cuidado com uma doença potencialmente fatal à qual muitos são vítimas. A doença ulcerativa de Koi é uma infecção bacteriana causada pela bactéria chamada aeromonas salmoncida. Pode ser tratado com antibióticos, embora mesmo assim o peixe possa acabar com cicatrizes. O melhor remédio para a doença é evitá-la, seguindo alguns procedimentos básicos de manutenção do tanque.

A doença ulcerativa de Koi é particularmente prevalente durante os meses de primavera e outono, e freqüentemente surge dentro de um mês após a introdução de novos peixes no lago ou aquário. Os peixes afetados geralmente têm úlceras rasas ou profundas em algum lugar do corpo ou exibem olhos estourados, manchas de sangue e um abdômen distendido. Essas úlceras podem expor o peixe à invasão por outras doenças e podem resultar em morte se não forem tratadas.

Cuidados veterinários

O seu veterinário poderá diagnosticar a doença através de testes bacterianos e estudando a história do seu peixe e seus sinais clínicos. Quando a condição é identificada precocemente e o peixe é tratado adequadamente com antibióticos, o prognóstico é justo ou bom, embora os peixes sobreviventes possam ter cicatrizes permanentes. Quando possível, recomenda-se o tratamento antibiótico injetável de peixes clinicamente afetados, juntamente com o tratamento oral de outros peixes no tanque ou aquário. Certifique-se de administrar apenas os antibióticos prescritos e faça-o apenas sob a direção e supervisão de um veterinário licenciado que examinou seu peixe.

Cuidados preventivos

A melhor maneira de prevenir a doença ulcerativa do koi é colocar em quarentena novos peixes de aquário por pelo menos um mês. Essa prática, no mínimo, deve identificar peixes infectados antes que eles tenham a chance de espalhar essa doença bacteriana para a população de peixes estabelecida. Outras medidas preventivas importantes incluem a manutenção da excelente qualidade da água, a realização de trocas freqüentes de água (pelo menos 25% por mês), a não superlotação do sistema aquático e a manutenção da temperatura constante e do suprimento de ar adequado.